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21.1.19

FIGURA CENTRAL DE OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL COMEÇA A CONGREGAR EM JALES

Érica Cristina Carpi, ex-tesoureira da Prefeitura de Jales, figura central da Operação Farra no Tesouro deflagrada pela Polícia Federal, está procurando a paz.

Ex-tesoureira Érica está congregando em Jales

20/01/2019 | Érica Cristina Carpi, ex-tesoureira da Prefeitura de Jales, figura central da Operação Farra no Tesouro deflagrada pela Polícia Federal, está procurando ficar em paz consigo mesma, independentemente da pena que a Justiça possa eventualmente lhe imputar. 

Além de ter confessado todos os deslizes profissionais na PF, na CEI da Câmara e na Comissão de Sindicância da Prefeitura, assumindo integralmente as responsabilidades pelas práticas delituosas, Érica está se convertendo. 

Fonte muito próxima a ela garante que a ex-tesoureira vem frequentando humildemente os cultos de uma das mais tradicionais e rigorosas denominações religiosas de Jales, a Congregação Cristã no Brasil, no templo que fica na avenida Francisco Jalles, ao lado do viaduto. 

Além de Érica, sua irmã Simone também se voltou para a espiritualidade.

Do Jornal de Jales, com edição do CCBN

2.12.18

Homem é preso ao tentar vender violino roubado da Congregação na OLX

Cooperador dono do instrumento negociou com o bandido e avisou a PMDF para que fizesse o flagrante

PMDF/REPRODUÇÃO

FERNANDO CAIXETA 30/11/2018 METRÓPOLES, com edição do CCBN

DISTRITO FEDERAL | Um homem que negociava pela internet um violino furtado de uma igreja em Águas Lindas de Goiás foi preso no momento em que fazia a venda para o próprio dono do instrumento, um cooperador* da Congregação Cristã. A vítima combinou com policiais militares o momento do flagrante, realizado na tarde desta sexta-feira (30/11), em Ceilândia.

Fiéis da igreja roubada avisaram os membros da congregação de todo o Distrito Federal e Entorno. Um deles encontrou o anúncio no site de classificados OLX e alertou o cooperador. O suspeito pedia R$ 700 pelo violino, avaliado em R$ 4 mil.

“A equipe ficou afastada, acompanhando a negociação. Utilizamos o fator surpresa, que é muito importante em ações policiais, e logramos êxito em recuperar o objeto”, conta o subtenente Roberto Costa, responsável pela prisão.

Em busca na casa do suspeito, a PM encontrou dois carregadores de pistola de uso exclusivo da polícia, celulares, carteiras, roteadores de internet, radiocomunicadores e uma furadeira. Segundo o subtenente, todos eram produtos de crimes. 

(*) ou ancião

13.10.18

Filho de Eliza Samudio questiona avó, nossa irmã: 'Por que meu pai quis me matar?'


11/10/2018 | “Como a minha mãe morreu?”; “Como era a voz dela?”; “Como era o cheiro dela?”; “Onde ela está enterrada?”;“Cadê o meu pai?”; “Me mostra uma foto?”. Essas são algumas das perguntas que a mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima Marcelo da Silva Moura, 52, vem respondendo ao neto Bruninho -- como é chamado por ela – e que está com oito anos e 1,45 metro de altura. "Os médicos dizem que passará dos 2 metros", conta a avó.

A modelo foi morta por asfixia e esganadura em 10 de junho de 2010. Seu corpo foi esquartejado --partes foram jogadas a cães -- e até hoje não foi encontrado. Em 2013, o ex-namorado, o goleiro Bruno Fernandes, foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver. No entanto, a notícia de que o jogador de futebol vai pedir a progressão de pena para o regime semiaberto domiciliar a partir do dia 13 de outubro, deixando a prisão, fez com que os pesadelos de Sônia ficassem mais próximos.

“Tenho receio pelas nossas vidas. Minha e do meu neto. É uma mistura de sentimentos. Ele poderá recomeçar a vida dele, minha filha não (assassinada com 25 anos). Mataram ela e todos seus sonhos. Não tiveram piedade. Bruninho foi largado em uma favela e só não morreu porque não tiveram coragem de matá-lo. Seu destino era a morte”, relembra ela, sem conter o choro.

A dona de casa afirma não receber nenhum auxílio financeiro, o garoto estuda em uma escola pública. “Até hoje meu neto não recebe nenhum tipo de pensão e nem nada. Meu esposo que sustenta ele com o trabalho como tapeceiro”, diz ela, que até pouco tempo fazia salgados para vender. O comércio informal parou, pois os custos ficaram altos para revenda.

Minha história

Bruninho Samudio, filho de Eliza e do goleiro Bruno (Imagem: Arquivo Pessoal)

Bruninho soube que o pai é um dos responsáveis pela morte de Eliza na semana do último Dia das Mães, em maio. "Agora, ele sabe de tudo." A avó estava na sala conversando com o neto – onde costumam passar boa parte da tarde. Foi quando o garoto perguntou como a mãe tinha morrido e onde ela estava enterrada.

Orientada por psicólogas – ainda hoje, vó e neto fazem tratamento – ela devolveu a pergunta e questionou se ele tinha escutado algo na escola ou lido sobre isso. O menino citou algumas atitudes da avó que despertaram ainda mais curiosidade sobre sua história, como o esquivamento em falar sobre o crime na frente dele. E foi neste momento, que Sônia abriu para o neto o crime contra Eliza, a tentativa de matá-lo, com apenas quatro meses, e o fato de não saber onde está o corpo da filha – ele já sabia da prisão do pai, mas desconhecia o motivo.

“Vinha me preparando para esse momento há muito tempo. Nossa relação é baseada na confiança. Mas ali, recebi um soco no estômago e comecei a chorar”, lembra ela, que foi consolada pelo neto e questionada mais uma vez.

"Por que ele tentou me matar? Era um bebê"

A avó encerrou o assunto explicando que muitas vezes é "complicado entender o que acontece no relacionamento de adultos". “Deixei claro que não se tratava de um erro, mas sim um crime. Mas que ele não deveria nutrir raiva, porque na Bíblia está escrito para honrarmos pai e mãe. Pedi que orasse pelo pai”, conta.

No início do ano, filho de Eliza soube que o pai era goleiro de futebol. “Ele começou a pesquisar sobre jogadores de futebol, goleiros e contei. ” Na hora, pediu para ver fotos. Lembro dele passando a mão na covinha e comparando, comentou sobre o cabelo, a cor de pele. São parecidos no jeito de caminhar, formato da nuca”, diz a avó.

Saudade de alguém que você só vê por fotos

Recentemente, ela o flagrou no quarto vendo um vídeo no YouTube. Era uma entrevista da mãe para jornal “Extra”, em 2009, contando que o pai tinha a ameaçado de morte com arma na cabeça, porque ela se negava a abortar o filho de cinco meses, além de relatar outros episódios de agressão. “Quando entrei ouvi ele dizendo: ‘covarde’. Fui ver o que era”, conta Sônia, que quis saber o motivo dele procurar o material. “Para ouvir a voz dela, mãe Soninha”, teria respondido o garoto, que chama a avó de mãe na intimidade.

Sônia, o ex-marido e Eliza recém-nascida (Imagem: Arquivo Pessoal)

A dona de casa, também vítima de violência doméstica – deixou o pai de Eliza quando a garota tinha 4 anos, porque temia morrer. “Ele também quis que eu abortasse. Apanhei durante a gravidez, tivemos muitas brigas. Voltei com ele antes da Eliza nascer (veja foto dos três logo após o nascimento da garota ao lado), mas depois vi que não dava certo”, lembra. Na época, a dona de casa saiu do Paraná com medo da morte também e se mudou para o Mato Grosso do Sul para reestruturar a vida. Visitava Eliza escondida.

“O que me deixa muito chateada, me machuca é a forma como a sociedade pintou a minha filha. Uma ‘depravada’, ‘maria-chuteira’, ‘mulher fácil’ que merecia morrer. Outro dia estava no ônibus e uma moça começou a me chamar de interesseira. Abaixei os óculos e disse que não recebia um real e só gostaria de enterrar seus restos mortais”, afirma a mãe da jovem.

Todo dia um recomeço

Frequentadora assídua da Congregação Cristã no Brasil, Sônia busca refúgio no local, no cuidado com as plantas, nas amigas do bairro que sofrem de depressão a quem ajuda e em sua fé para seguir em frente, e não se contaminar com o sentimento de mágoa. Para explicar o que era ódio ao garoto outro dia, por exemplo, ela usou como exemplo um copo de água. “Mostrei o líquido e disse que o ódio é como se fosse um veneno que tomamos a contragosto”, conta ela, que há dois anos e meio deixou os antidepressivos de lado.

Gostaria de enterrar os restos mortais da minha filha, como merece qualquer ser humano. Se é que existem ainda...

Enquanto falava com a reportagem, Bruninho estava na escola. Inclusive, essa foi uma condição para entrevista, que o garoto não estivesse por perto. “Vivo para ele. Tudo o ele que faz, eu acompanho. Ele é um garoto incrível que veio para me ensinar muitas coisas”, diz a avó sobre o neto e os cuidados que tem com ele.

"Faz amizade fácil. Muito brincalhão. Respeita as mulheres, a melhor amiga é filha de uma amiga de infância de Eliza. Ama bichos, é muito bom em matemática, em criar histórias. Alegre, ama soltar pipa, trepar em árvore, jogar futebol. É meu companheiro", diz a dona de casa.

“O medo é constante”

Com a possibilidade de Bruno cumprir a pena em regime semiaberto, Sônia redobrou a segurança do neto. “Andamos sempre alerta. Levo e busco na escola, nas atividades de esportes que faz, consultas médicas, alerto sobre os portões no colégio e digo para ele gritar caso algo ocorra”, diz ela, que teme também que a guarda definitiva seja questionada pelo pai do garoto. Logo após o assassinato, a família de Eliza recebia ligações no meio da madrugada, “carros estranhos” passeavam pelo bairro.

“Venho conversando com o Bruninho sobre a possibilidade do pai dele procurá-lo e tentar a guarda. Tentei poupá-lo da história dele o máximo que pude. Porque a carga é pesada, mas sua história é conhecida no mundo. No fundo, é só uma criança.”

Do site paraíba.com.br

16.6.18

Fotógrafa retrata mulheres da Congregação Cristã no Brasil

POR NATHALIA ZACCARO com edição de Rubens Oficial

15.06.2018 - Luisa Dörr estava se firmando como fotógrafa no Brasil, depois de emplacar alguns trabalhos na Ásia, quando cruzou com Maysa Leite, então com 11 anos, em um concurso de Miss Brasil Infantil, em São Paulo. Naquele dia, em abril de 2014, ela fez o primeiro de uma série de sensíveis retratos que marcam a trajetória de Maysa em busca do sonho de se tornar uma miss — e que segue até hoje.

"É um projeto sobre raça, gênero, sexismo e inclusão social", explica Luisa. Em 2017, as fotos de Maysa foram descobertas pela produção do programa do Gugu, que contou a história da garota ao vivo na Record, descolou para ela um contrato com uma agência de modelos e se comprometeu a pagar seus estudos. Para Luisa, 29 anos, a parceria com Maysa também trouxe reconhecimento.

No ano passado, Kira Pollack, diretora de arte da revista Time, cruzou com uma foto de Maysa do feed do Instagram da fotógrafa. “Havia incontáveis imagens de mulheres em paisagens etéreas, porém cruas. Luz natural, lindos tons, fotos incrivelmente consistentes”, escreveu Kira sobre a brasileira.

Luisa foi convocada então para o projeto Firsts, que clica pioneiras. Hillary Clinton, Ellen DeGeneres, Oprah Winfrey, Serena Williams e Shonda Rhimes estavam entre as homenageadas. Em setembro do ano passado, a revista publicou 12 capas diferentes a partir do projeto, todas estampadas pelos cliques assinados por Luisa. "Até hoje, sou mais contratada para trabalhar fora do país", conta.


As 12 capas da Time, todas clicadas pelo celular, assinadas pela gaúcha

Um detalhe fez barulho na época do lançamento das capas: todas as imagens foram feitas com iPhone. "Fotografar com o telefone não é mais fácil. É preciso pensar na foto da mesma forma, compor e pensar a luz. Me sinto mais leve, embora trabalhe com a câmera também. Depois da Time, mais publicações me permitiram usar o iPhone, e acho que isso é um bom sinal: deixar que o fotógrafo use o equipamento que quiser para contar a história."


Neste ano, a fotógrafa lançou a série Falleras. Luisa mergulhou no tradicional universo das mulheres e meninas que participam da gigante festa Las Fallas, que reúne anualmente 100 mil pessoas na cidade de Valência (Espanha). Contou histórias como a de Lola, uma garota etíope de 10 anos adotada por uma família espanhola e que participou do último concurso infantil do evento.

Foto do projeto Falleras, que registra a tradição da gigante festa espanhola

O fascínio de Luisa pelo feminino pode ser visto em vários de seus trabalhos. "Fico feliz em contar histórias de quem historicamente foi sub-representado." Desde 2016, ela toca o projeto #womantopography, em que retrata mulheres pelo mundo. "Não apenas suas marcas físicas, mas também os traços espirituais", conta.

Ela está trabalhando também na série The Bride’s Veil, em que fotografa as fiéis da Congregação Cristã no Brasil. "Sou de família evangélica e achava que sabia tudo sobre esse universo, até conhecer essa igreja, a mais ortodoxa em relação às mulheres." No futuro, pretende apontar suas lentes para as parteiras do litoral da Bahia, onde mora. "Quero contar nossas histórias."

Em The Bride’s Veil, Luisa investiga as cristãs ortodoxas do Brasil

25.7.17

Definido o horário do sepultamento do corpo de Genésio Cogo


Cassilândia - O corpo de Genésio Cogo será sepultado amanhã, às 7 horas, no cemitério municipal de Cassilândia. Ele faleceu na madrugada de hoje vítima de um infarto. Chegou a ser internado, mas não resistiu. Ele é Ancião da Congregação Cristã do Brasil e muito querido pela comunidade. Seu corpo está sendo velado na Câmara Municipal.

Era casado com a da. Zulmira e era pai de Leila (Feirão do Aluminio), Lislei e Lucinei (Conservatório Musical) e Ligia (in memorian). Era irmão do prefeito Jair Boni Cogo.

informações do Cassilandianews